13/03/2020 | Gemelo data center

Cloud Computing: o futuro da computação em nuvem em 2020

Há 10 anos os gurus convenceram o mercado de Data Centers que em 2020 estaríamos vivenciando uma centralização em massa do armazenamento de dados.

 

Dizia-se que grandes empresas de tecnologia como a Google, Microsoft, Oracle, Amazon e assim por diante estariam hosteadas em apenas 6 grandes Data Centers mundiais. 

 

Ou seja, acreditava-se que todas as grandes potências da internet estariam hospedadas em 6 únicos mega sítios de ambientes em cloud computing.

 

Hoje podemos ver que eles não poderiam estar mais do que errados.

 

Aliás, o tema “o futuro do Data Center” tem sido bastante discutido com previsões de que 80% das organizações irão migrar seus dados para outros ambientes até 2025.

 

Neste conteúdo vamos retomar alguns desdobramentos importantes do mercado de Data Centers para entender aonde estamos indo e você ainda vai saber tudo sobre:

    - Os 2 fatores críticos que moldaram o atual mercado de Data Centers mundial

    - Como a segurança em Data Centers se tornou sinônimo de armazenamento local

    - Previsões para o mercado de Data Centers para os próximos 10 anos 


Os 2 fatores críticos que moldaram o atual mercado de Cloud Computing 

 

Hoje o crescimento do Data Center distribuído ou do Data Center On the Edge é tão grande quanto o crescimento do Cloud pelo mundo.

 

Para explicar isso, podemos reduzir esse fenômeno a dois grandes fatores cruciais, sendo eles o surgimento das soluções em Cloud Computing e o vazamento do Wikileaks.

 

O que é serviço de cloud Computing? 

 

Também conhecida como computação em nuvem, esta é uma tecnologia que permite o acesso online e distribuição dos seus serviços de computação sem a necessidade de instalar programas.

 

É óbvio que a computação em nuvem revolucionou o armazenamento de dados com a entrega do serviço de computação em forma de sistema ao invés do produto.

 

Afinal, acessar recursos de compartilhamento de software através de qualquer computador, tablet ou celular conectado à Internet realmente é uma virada de chave.  

 

Mas agora em 2020, um assunto que talvez seja o mais comentado no mercado mundial atual de Datas Centers é justamente o “e agora?”

 

Uma das grandes apostas são as ramificações e as novas formatações desta tecnologia como o armazenamento Full Cloud e Cloud Híbrido. 

 

 

Vazamento do Wikileaks  

 

Inicialmente dado como terrorismo, um dos maiores vazamentos on-line disponibilizou mais de 250 milhões de páginas e documentos internos de grandes instituições.

 

Os documentos tratavam, por exemplo, das novas plantas de Air Bus, novos remédios desenvolvidos pela CLACSO ou contratos firmados pelo governo francês por todo o mundo.

 

Com isso, percebeu-se que o vazamento tinha muito mais relação com a segurança econômica do que com a segurança física dos Estados Unidos.

 

A partir disso, empresas privadas e instituições adotaram rapidamente novas estratégias para preservar a segurança do Core Business quanto aos dados internos.

 

A considerar o termo em inglês Core Business - que significa a parte central de um negócio, é fácil compreender de onde vieram os ditos Dados Não Core e Dados Core.

 

Dados Não Core são aqueles que se divulgados ou vazados não vão causar um grande problema para empresa.

 

E os Dados Core são aqueles que não podem vazar de jeito nenhum.

 

Sabendo disso, fica claro que ambos os dados precisam necessariamente ter a camada de segurança sobre total e absoluto controle das empresas.

 

Segurança em Data Centers se tornou sinônimo de armazenamento local 

 

Quando isso é necessário fica impossível ir para um Data Center de Cloud, porque o pressuposto é que o controle físico ou não físico da segurança fica com essa empresa.

 

Uma vez dito isso as empresas perceberam que elas precisavam cada vez mais ter seu próprio Data Center, mesmo que esse fosse menor.

 

Claro, essa redução de tamanho também trouxe outra mudança nas características do Data Center: sua criticidade.

 

Apesar de ser um Data Center próximo, este deveria ser de altíssima criticidade e para isso teria que usar os mesmos conceitos que os grandes Data Centers usam.

 

Como isso é possível?

 

Simplesmente seguindo as recomendações da TIA 942, principal norma que regulamenta e estabelece padrões internacionais de fabricação de qualquer Data Center. 

 

Uma vez definido que a empresa precisa estar perto desse Data Center, ela começou a se preocupar e antecipar novas questões como o advento do 5G (que já está aí).

 

Com a nova rede de dados móveis, por exemplo, existirá uma grande quantidade e demanda de processamento de dados no dia a dia.

 

Logo, o próximo passo é assimilar que esse Data Center local, além de próximo, precisa ter uma conexão de altíssima performance.

 

A TIM, por exemplo, contratou no primeiro semestre a aquisição de mil servidores da Nokia, e outra quantidade não revelada da Huawei e HP, para instalar em 37 Data Centers, dos quais 21 são edge. 

 

Isso faz com que as empresas comecem a decidir por ter seu próprio Data Center (no mundo e cada vez mais no Brasil) e não contratar operadoras para o tráfego de dados local.

 

Dito isso só sobraram dois caminhos: contratar uma empresa de colocation ou de construir seu próprio Data Center.

 

Previsões para o mercado de Data Centers para os próximos 10 anos 

 

As empresas, portanto, perceberam rapidamente que contratar uma empresa de colocation  significaria em 10 anos gastar pelo menos 37% do que ela gastaria  com o seu próprio Data Center.

 

Outro fator importante é a perda de controle que se tem ao estar em uma empresa que não é sua. Durante uma emergência quem define a velocidade de resposta? Você ou a empresa que você contratou?

 

E, finalmente, uma vez definido que você terá seu próprio Data Center, teremos mais dois caminhos:

 

  1. Construir seu próprio data center
  2. Participar da construção de um data center compartilhado

 

Estes caminhos são os mais comuns hoje nos Estados Unidos e também já começaram a acontecer no Brasil e, muito provavelmente, continue nos próximos anos.  

 

Confira os principais destaques que vimos nesta matéria:


    - Os 2 fatores críticos que moldaram o atual mercado de Data Centers mundial

    - Como a segurança em Data Centers se tornou sinônimo de armazenamento local

    - Previsões para o mercado de Data Centers para os próximos 10 anos 

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